terça-feira, 4 de setembro de 2007




O pão é parte da nossa cultura e está presente na história da alimentação desde o inicio da civilização. Conhecer melhor e divulgar este alimento, suas variedades, seu processo de elaboração, sua presença em outras culturas, sua evolução na história da humanidade, são alguns dos seus muitos aspectos que se unem a este alimento e que desconhecemos.
A Associação dos Amigos dos Moinhos do Alto do Vale do Taquari, seguindo os seus objetivos e plantou a idéia da criação de um museu dedicado ao pão, com um duplo objetivo: que os habitantes da região possam conhecer melhor este alimento em todos os seus aspectos, que são muitos e variados, gerador de riqueza e cultura, elemento básico da nossa dieta alimentar diária, etc..e de divulgar a região alta do Vale do Taquari
Também é objetivo da Associação dos Amigos dos Moinhos do Alto do Vale do Taquari de potenciar, revitalizar e dinamizar, com o Museu do Pão na cidade de Ilópolis, o patrimônio molinologico do alto do Vale do Taquari, com um elemento a mais, com a divulgação do Caminho dos Moinhos, como elemento gerador de turismo e cultura da região.

Museo del Pane - Italiano




Progetto del Mulino di Ilopolis
Museu del Pane - Scuola di Pasticceri



“Io difenderó fino alla morte il nuovo a causa dell’antico e fino alla vita l’antico a causa del nuovo. L’antico che é stato nuovo é tanto nuovo quanto il piú nuovo”.
Augusto de Campos
(Verso, riverso, controverso)


Dobbiamo considerare la cultura come qualcosa che va dalla tradizione all’invenzione. Dobbiamo custodire quanto di meglio abbiamo creato e costruito nella nostra vita storica, sotto pena di imprigiornarci in un presente deformante. E dobbiamo scommettere nel nuovo, perché é l’ingrediente fondamentale dell’affermazione e della trasformazione delle nostre comunitá e della societá nel suo insieme. Questa dialettica permanente fra tradizione e invenzione, sommata alla nostra apertura critica nell’assimilare e ricreare linguaggi e informazioni prodotti in altre parti del pianeta, é un aspetto della cultura brasiliana.

Il recupero del mulino, da eseguirsi in convenzione con l’IILA, partendo dal progetto elaborato dall’Universiitá di Caxias do Sul e 12ª SR IPHAN, seguirá rigidamente le regole del restauro scientifico, riportandone alla luce le funzioni e gli elementi originari e reintegrandolo alla vita quotidiana di Ilopolis.

Nel nuovo blocco che ospiterá la scuola e il piccolo museo/galleria, il riferimento agli elementi dell’antico mulino – la sua architettura, i suoi materiali, i suoi macchinari, la produzione e la trasformazione – dovrá essere interpretato in modo profondo e marcante. Non stiamo, qui, a fare un gioco di parole. Né stiamo a ricercare un’imitazione a buon mercato.
Attestiamo il rispetto al mulino come monito del passato e come fonte di riferimento tecnico/poetica.
Il complesso nuovo sará nuovo!

Qui, l’architettura e la museografia giá nascono insieme, fondendosi in un’unica espressione. Il complesso del piccolo museo/scuola sará il primo “pezzo” dello stesso museo: architettura profondamente toccata e contaminata dalla presenza fisica e simbolica del Vecchio Mulino Colognese.

“Se insegui il passato non lo catturerai mai. Solo con la manifestazione del presente il passato potrá parlare falar”
Sverre Fehn

Soluzioni tecniche affermate, materiali della regione, riferimenti della cultura dell’immigrazione, tutto potrá alimentare, dare nuova forma al nuovo complesso. Questo, al lato del mulino restaurato (monumento storico che tornerá a funzionare) dovrá dimostrare, nella sua totalitá, il rispetto alla storia del lavoro e al patrimonio storico come fatto umano.

Nasce cosí, con un’azione puntuale con enorme possibilitá di irradiazione, il “Cammino dei Mulini”. Anta Gorda, Arvorezinha, Putinga e altre cittá vicine dovranno essere “contagiate” e annesse al percorso.Con un percorso ampliato, forse potremo commemorare, in breve, un nuovo polo turistico/culturale nel Rio Grande do Sul, che potrá culminare, ogni anno, in una grande e bella Festa del Pane.
Pane di ogni tipo e per tutti!
Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci


Equipe Brasil Arquitetura
Francisco Fanucci, Marcelo Ferraz, Anselmo Turazzi, Cícero Ferraz Cruz, Anne Dieterich

Museu do Pao II


Nasce assim, numa ação pontual com enorme possibilidade de irradiação, o “Caminho dos Moinhos”. Anta Gorda, Arvorezinha, Putinga e outras cidades vizinhas deverão ser “contagiadas” e incorporadas a ele.





Com o circuito ampliado, poderemos, quem sabe, comemorar em breve um novo pólo turístico/cultural no Rio Grande do Sul, que poderá culminar anualmente em uma ampla e bela Festa do Pão.
Pão de todos os tipos, e para todos!
Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci


Equipe Brasil Arquitetura
Francisco Fanucci, Marcelo Ferraz, Anselmo Turazzi, Cícero Ferraz Cruz, Anne Dieterich

Museu do Pao





Projeto do Moinho de Ilópolis
Museu do Pão - Oficinas de Arte Branca e Educacao Alimentar



Eu defenderei até a morte o novo por causa do antigo e até a vida o antigo por causa do novo. O antigo que foi novo é tão novo como o mais novo”.
Augusto de Campos
(Verso, reverso, contraverso)





Devemos encarar a cultura como algo que vai da tradição à invenção. Temos de preservar o que de melhor criamos e construímos em nossa vida histórica, sob pena de nos aprisionarmos num presente desfigurador. E temos que apostar no novo, porque ele é ingrediente fundamental de afirmação e de transformação de nossas comunidades e do conjunto da sociedade. Esta dialética permanente entre tradição e invenção, somada à nossa abertura crítica para assimilar e recriar linguagens e informações produzidas em outros cantos do planeta é um traço central da cultura brasileira.
E dentro dessa ótica foi construído o Moinho de Ilópolis pelos imigrantes italianos do Vêneto. É também dentro dessa mesma ótica que queremos restaurar o Moinho e construir o Museu do Pão e as oficinas de Arte Branca e Educacao Alimentar.




A recuperação do moinho, a ser feita em convênio com o IILA, a partir de projeto elaborado pela Universidade de Caxias do Sul e 12ª SR IPHAN, seguirá rigidamente as regras do restauro cientifico, trazendo de volta seus elementos e funções originais e reincorporando-os à vida cotidiana de Ilopólis.





No bloco novo que abrigará a escola e o pequeno museu/galeria, a referência aos elementos do antigo Moinho – sua arquitetura, seus materiais, sua maquinaria, a produção, a transformação – deverá ser sentida sutil e contundentemente. Não fazemos aqui um jogo de palavras. Nem buscamos um mimetismo barato. Afirmamos o respeito ao moinho como documento do passado e como fonte de referência técnico/poética.
O conjunto novo será novo!



Aqui, arquitetura e museografia já nascem juntas, fundindo-se numa só expressão. O conjunto do pequeno museu/escola será a primeira “peça” deste mesmo museu: arquitetura profundamente tocada e contaminada pela presença física e simbólica do Velho Moinho Colognese.

“Se persegues o passado nunca irás capturá-lo. Somente pela manifestação do presente poderá o passado falar”
Sverre Fehn

Soluções técnicas consagradas, materiais da região, referências da cultura imigrante, tudo poderá “alimentar”, dar nova forma ao novo conjunto. Este, ao lado do moinho restaurado (“documento” histórico que voltará a funcionar), deverá explicitar, em sua totalidade, o respeito à história do trabalho e ao patrimônio histórico como fato humano.




Nessa intervenção arquitetônico/museológica, tudo será objeto expositivo: a estrutura dos edifícios, os fechamentos, o controle de luz, os passadiços, os materiais empregados, os nichos para exposição, as peças expostas (ferramentas da culinária, documentos, fotografias coletadas na região). Falaremos do pão na história da humanidade (numa bela linha do tempo) e da história do pão no “vêneto brasileiro” do Vale do Taquari.